Quinta-feira, 10 de Maio de 2012
Propaganda

Spots publicitários e descontos de 50% em sessões de cinema?!

 

Parece-me narcisismo e desperdício. Não me satisfaz.



registado por Daniel Rodrigues às 19:05
link do post | comentar | ver comentários (4) | adicionar aos favoritos

Sábado, 5 de Maio de 2012
Bater com a porta?!

O secretário-geral do Sindicato Independente  dos Médicos (SIM) defende que os utentes que agridam profissionais de saúde,  uma prática que está a aumentar, sejam impedidos de ser atendidos nas instituições  do Serviço Nacional de Saúde (SNS). (link 1)

 

O DE concorda?! - (Doutor Enfermeiro - link 2)

 

Está tudo maluco?



registado por Daniel Rodrigues às 18:51
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
...


registado por Daniel Rodrigues às 16:38
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Domingo, 22 de Abril de 2012
Mell(o)-ices

Não vou estender-me em comentários para tal absurdo - o código de conduta e regras de fardamento do Hospital de Braga -, no documento estão pérolas no que toca a recursos humanos da actualidade idade da Pedra.

 

Realmente, este é um país que não se governa nem se deixa governar. São estes hospitais (parcerias público-privadas) que vão arruinar o SNS e a sua qualidade, preocupam-se com as unhas de gel e as meias de vidro e, ao mesmo tempo, contratam quem lhes convém abdicando de uma política de contratação pelo mérito e experiência profissional.

 

Estamos a 3 (três) dias do 25 de Abril, comemorar-se-ão 38 anos e ainda há tanta gente a precisar de aprender umas coisinhas.

 

 

O Bloco de Esquerda já pediu esclarecimentos (link 1); e o DoutorEnfermeiro também já escreveu, e bem (Hospital Fashion - link 2).



registado por Daniel Rodrigues às 16:27
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos

Sábado, 21 de Abril de 2012
As Maternidades de Lisboa

Não sei se fechar a Maternidade Alfredo da Costa é tão bom ou tão mau como para aí se discute. O que eu sei é que Lisboa tem uma oferta excessiva de cuidados de saúde e que acentua a desigualdade de acesso em relação ao resto do país, e também sei que a discussão que se tem realizado é completamente estéril e que devia ser discutida com os pressupostos seguintes:

 

Assistência em Lisboa:

1. O Concelho de Lisboa dispõe de maternidades na MAC, Hosp. Santa Maria, Estefânia, Hospital S. Francisco Xavier (CHLO) - 4 maternidades.

2. O Concelho de Lisboa tem Serviços de Ginecologia na Estefânia, MAC, Hospital de Santa Maria e S. Francisco Xavier (4 locais).

3. A taxa de Ocupação Serviço de Obstetricia do Hospital de Santa Maria é de 57%. No CHLO é de 46% para ginecologia e 78% para obstétricia. O número de partos referido pelo Hospital de Santa Maria é de aproximadamente 5000 e no CHLO é de 2600 e na MAC 5000, mais a Estefânia (sem dados).

 

Dados da População em Lisboa:

4. O Concelho de Lisboa tem de população residente: 547 631 habitantes (dados dos Census de 2011).

5. Na Grande Lisboa nasceram em 2010, 23853 crianças, das quais 11572 correspondem a Concelhos com Hospitais (Vila Franca de Xira, Amadora, Sintra, Cascais, Mafra (Torres Vedras)). 

6. Se retirarmos aos cerca de 12000 partos da área de abrangência, os Concelhos de Odivelas e Loures que passam a pertencer ao Hospital Beatriz Ângelo (Loures), ficamos com cerca de 8600 partos dos Concelhos de Lisboa. 

 

 

 

Comparativamente na área de Referência do Hospital de Braga a título de exemplo têm:

- Nascimentos em 2012: aproximadamente 4100 crianças.

 

Portanto, para 4100 partos, a região de Braga dispõe de 1 Hospital, Lisboa para o dobro dispõe de 4 Maternidades.

 

Não esquecer que a estes factores se acresce o facto de haver bastantes partos que ocorrem em clinicas privadas.

 

Concluo que não sei se fechar a Maternidade Alfredo da Costa é a solução, mas que Lisboa aguenta bem com 2 locais de parto aguenta sim.




registado por Luís Caldas às 14:40
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

Dê Sangue, salve uma Vida, quem sabe um dia é a sua!

Os erros da gestão em saúde pagam-se muito caro, e geralmente dão origem a carências, que se não corrigidas atempadamente provocam graves problemas à população.

 

Os Hospitais durante anos foram os responsáveis pela recolha de sangue nos seus serviços. Porém, alguns iluminados quiseram passar esta recolha para o Instituto Português do Sangue. O IPS numa primeira fase manteve as colheitas nos hospitais, contudo e face a restruturação da rede e fruto de políticas erradas, o IPS decidiu centralizar todos os recursos em 3 cidades (Lisboa, Porto e Coimbra) e fazer equipas móveis que vão a determinados locais para campanhas de doação massiva. 

 

Esta política que em termos de gestão de recursos até parece ser acerta, falhou redendondamente num aspecto fundamental: a acessibilidade. Deixando de ser realizada a colheita em hospitais diariamente e passando a ser feita em dias fixos da semana (exemplo em Braga, realizada nos Bombeiros voluntários 2x por semana), contribuiu para a diminuição de dádivas.

 

Este problema, não é de hoje e o acentuar de problemas com a entidade patronal e envelhecimento da população vieram reduzir drasticamente o número de dadores. Atirar para cima das taxas moderadoras a culpa desta redução, é tão redutor como não olhar para o umbigo do IPS.

 

Exemplos disto são:

- Recusa de receber dádivas de sangue de homossexuais;

- Recusa de receber dádivas de profissionais de sangue (sei que há delegações que não tem essa regra, mas outras têm);

- desinvestimento em publicidade;

- falta de uma cultura de ensino aos jovens acerca desta importância.

 

Se está a ler isto, dê sangue, um dia pode ser a sua vida a depender daquela hora que despende.


tags: ,

registado por Luís Caldas às 14:21
link do post | comentar | ver comentários (1) | adicionar aos favoritos

Sexta-feira, 20 de Abril de 2012
Encerramento da Maternidade Alfredo da Costa?
                                                     Imagem: LUSA/MIGUEL A. LOPES

Não, porque mais um ataque ao SNS não tem lógica.

 

Será que Portugal poderia continuar a orgulhar-se de ser um dos países com a taxa de mortalidade infantil mais baixa do mundo sem a colaboração da Maternidade Alfredo da Costa?

Não? Então não tem lógica.

 

Existirá algum serviço em Portugal de assistência integral à Mulher que possua profissionais de saúde que no seu percurso académico ou profissional nunca tenham exercido funções na Maternidade Alfredo da Costa e, desta forma, realçar o importante e fulcral papel da MAC como hospital-escola ao longo dos anos de existência?

Não? Então não tem lógica.

 

O fecho da maternidade implicará uma reorganização e um consequente aumento das maternidades pelo país (anteriormente fechadas!) permitindo desta forma: maior proximidade e redução da distância entre a Mulher/Criança e uma maternidade do SNS, evitando as longas distâncias que os familiares são obrigados a realizar para uma importante visita/acompanhamento e o evitar consequente de pagamento de portagens em auto-estradas e nas ex-SCUT´s aquando da visita?

Não? Então não tem lógica.

 

Existirá outro hospital com o leque de serviços clínicos que a MAC possui:

-Obstetrícia;

-Ginecologia;

-Pediatria/Neonatologia;

-Anestesia;

-Patologia Clínica;

-Imunohemoterapia;

-Radiologia;

-Anatomia Patológica;

-9 serviços de apoio;

-Cerca de 15 consultas especializadas;

permitindo-lhe no âmbito do Programa de Saúde Materna e Infantil ser classificado como Hospital de Apoio Perinatal Diferenciado?

Não? Então…desculpem ser repetitivo, mas continua a não ter lógica.



registado por Bruno Martins às 14:00
link do post | comentar | ver comentários (3) | adicionar aos favoritos

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012
Estupidez Legislativa

Não fumo...

 

Mas isto é uma verdadeira estupidez legislativa...


Já agora vale a pena por 1 policia a ver quem fuma em cada carro??

 

Ou será que a seguir vem a proibição de fumar dentro de casa, desde que se tenha filhos?



registado por Luís Caldas às 20:36
link do post | comentar | ver comentários (2) | adicionar aos favoritos

Quinta-feira, 5 de Abril de 2012
Prós e Contras: Reforma Hospitalar

http://www.rtp.pt/multimediahtml/video/pros-e-contras/2012-04-02/1parte

 

Fica acima o linque para o programa Prós e Contras acerca da Reforma Hospitalar (02-Abr-12). Foi, do meu ponto de vista, dececionante. Raramente tocou na política do medicamento, nunca abordou a questão dos cuidados de enfermagem (e mais uma vez nenhum elemento representativo na classe toma a palavra ou sequer é convidado), apontou baterias à fusão de hospitais, unidades e serviços - pouco mais.

 

O Secretário de Estado - Fernando Leal da Costa - mostrou retórica suficiente para calar os 'contras' e mascarou ou desresponsabilizou-se por algumas das intenções do governo. Uma delas veio à tona hoje, os media dizem-nos que os médicos e os enfermeiros da Maternidade Alfredo da Costa estão reunidos após notícia de encerramento da maternidade.

 

Questões como a qualidade de cuidados de enfermagem e suas repercussões em ganhos de saúde e eficiência económica; as repercussões económicas das úlceras de pressão decorrentes de internamento hospitalar; as IACS por más práticas médicas e de enfermagem e decorrentes prejuízos; utilização de antibióticos exagerada e pouco criteriosa; custos para o SNS da política de saúde (ou da falta dela) para a terceira idade; repercussões associadas à precariedade e inexperiência de enfermeiros contratados por hospitais PPP's; etc, etc, etc; não mereceram nem uma intervenção.

 

Assim andamos a tapar o sol com a peneira.



registado por Daniel Rodrigues às 14:34
link do post | comentar | ver comentários (4) | adicionar aos favoritos

Segunda-feira, 2 de Abril de 2012
Os numerus clausus da Medicina

Vale a pena ler a série seguinte da autoria de Pedro Pita Barros.

1 - "entradas em medicina: garantir emprego aos novos médicos?" (link 1);

2 - "entradas em medicina: assegurar a qualidade formativa" (link 2);

3 - "entradas em medicina: evitar um custo desnecessário" (link 3).

 

Transcrevo abaixo o último da série.

Abram-se olhos, aproveite-se a competitividade - de uma forma séria claro. Não é essa a ideia central do liberalismo? (das poucas com que concordo, diga-se). Aumentar a qualidade e reduzir o custo? O aumento da oferta não reduz o custo? O aumento da oferta não gera competitividade e maior qualificação/rendimento? Se existe alguma área em que não vejo ser aplicada a ideologia liberal, o que me irrita (pasme-se), a mais gritante é a dos recursos humanos em saúde -  a classe de Enfermagem assim o demonstra, tem na quantidade de oferta o pressuposto mas na inexistência de uma política de recursos humanos baseada na qualidade/qualificação o calcanhar de Aquiles.

 

O último argumento para a limitação das entradas em Medicina foi de assim se conseguir evitar uma formação cara para a sociedade e que depois não é empregue pelo sector público. Várias observações são a meu ver importantes.

Primeiro, a Medicina a este respeito não é diferente, no princípio, face a outras áreas. Pelo mesmo critério só se deveriam oferecer vagas de cursos no ensino superior público que suprissem as necessidades de contratação do Estado. Mas o papel do ensino superior público não é esse, não é o de servir de escola de formação para os quadros do sector Estado.

Rejeitando esse princípio, há uma evolução do argumento: formação cara que depois forma pessoas que ficam desempregadas seja no sector público ou no sector privado.

Segunda observação, não é claro que a abertura de mais vagas de medicina se traduzisse em desemprego. Mas mesmo aqui não se deve tratar a Medicina, por princípio, de forma diferente – os cursos que têm vindo a ser fechados ou a ver as suas vagas disponíveis reduzidas são os cursos de ensino superior com pouca procura, não cursos que tenham procura e sobre os quais haja um julgamento de valor sobre a sua utilidade social ou sobre a existência de desemprego no final (desde que divulgada no momento de escolha dos alunos antes de iniciar o curso qual o nível de empregabilidade do mesmo).

Aliás, com o processo de Bolonha e a pretendida mobilidade estudantes no espaço do ensino superior entre áreas e entre países, essas questões tornam-se menos óbvias.

Não creio que o argumento do custo do curso de Medicina se deva sobrepor ao princípio do ensino público oferecer formação em todas as áreas aos alunos que as pretendam frequentar. Mas naturalmente esta é uma discordância geral com a ideia de limite de vagas (numerus clausus) qualquer que seja a área, a definição do número de admissões deveria caber a cada instituição, que deve estar sujeita à comunicação de informação fiável sobre os cursos que oferece.

Ainda assim, admitamos, para explorar o argumento até ao limite, que se quer  evitar custos desnecessários do ponto de vista do estado (formar médicos que depois não têm emprego). Será que limitar vagas é a  única opção disponível e se não for a única opção será a melhor das opções disponíveis?

Duvido que a resposta a estas duas perguntas sejam o sim que validaria a limitação de vagas como forma de evitar custos de formação desnecessários para o sector público.

Por exemplo, um sistema em que os formandos que não fossem empregues pelo sector público tivessem que pagar a sua formação como se fosse um empréstimo para fins de educação parece dominar a limitação de vagas: não impede a formação de quem quer ser médico e evita os custos desnecessários. Pode-se discutir se deveriam pagar o curso todo ou apenas o acréscimo de custos que está associado com os cursos de Medicina (face a um curso de referência que teria de ser definido). Os mecanismos financeiros de pagamento da formação depois de concluído o curso não são diferentes dos de um empréstimo bancário para estudos. Mas o argumento será que se estão desempregados, não têm capacidade de pagar o empréstimo. A resposta é que por um lado podem vir a ser empregues pelo sector privado ou por outras entidades nacionais ou estrangeiras para exercer a sua profissão (ou até mesmo outra actividade profissional).

Não pretendo ter respostas completas, apenas refutar a ideia que a forma melhor de evitar custos desnecessários (para quem?) da formação de novos médicos que possam não encontrar emprego no sector público é limitar  as vagas de admissão às escolas de medicina públicas.



registado por Daniel Rodrigues às 17:30
link do post | comentar | adicionar aos favoritos

.pesquisar neste blog
 
.linhas sos
E-mail Twitter Facebook
.enfermeiros de serviço
.checklist oe
Programa de Germano Couto
.notas de enfermagem

. Propaganda

. Bater com a porta?!

. ...

. Mell(o)-ices

. As Maternidades de Lisboa

. Dê Sangue, salve uma Vida...

. Encerramento da Maternida...

. Estupidez Legislativa

. Prós e Contras: Reforma H...

. Os numerus clausus da Med...

.últ. comentários
Dinheiro mal-gasto. Se era para valorizar a profis...
15000 visualizações no Youtube.O número de Enferme...
No passado mandaram-se postais para casa dos enfer...
Se calhar e ao contrário da OE o autor deste blog ...
O DE concorda com muita coisa.Inclusivamente conco...
.no processo

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Novembro 2010

. Outubro 2010

. Setembro 2010

. Agosto 2010

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

.subscrever feeds
.links
.visitas
Creative Commons License
Twingly Blog Search link:http://planodecuidados.blogs.sapo.pt/ sort:published Recent linking posts
Twingly BlogRank
.tags

. todas as tags